Queremos. Não sabemos o quê, mas queremos.
Não queremos saber o quê, mas queremos.
Queremos querer, e quando conseguimos, logo queremos de novo.
Queremos o novo. O novo de novo.
Que de novo não tem nada, a não ser sua nova reaparição.
O novo reaparece, e reaparece de novo, como um fantasma, como aparição, parece novo.
O novo se repete, por isso é novo de novo.
Novo que de novo não tem nada, não é novo e não é nada. É só novo… de novo.

